Não vou dedicar um post exclusivo ao dia da dinâmica com a música escravos de Jó. Só tenho a dizer que não tenho nada contra, gosto de quebra-gelos, dinâmicas, brincadeiras porém para a nossa turma não achei que foi uma atividade que fluiu legal, penso que as aulas devem atingir todo o corpo da turma! Não foi o que aconteceu, alguns colegas não se sentiram a vontade para participar, dentre outras reações. Mas como já disse o post não é exclusivo sobre a dinâmica.
Discutir a obra de Paulo Freire, o livro pedagogia da autonomia e assistir o filme Quase Deuses levou a equipe que eu fazia parte refletir em três principais pontos ao nosso ver:
- Professor como criador de possibilidades: direcionar o aluno e não desprezar o conhecimento do educando.
- Empiria
- Amor ao que se faz
E além de relacionar o livro com o filme resgatamos o texto discutido em sala: “ Ensinar é gostar do outro” .
Ao assistir e ler esses conteúdos, só reforçou o meu desejo em ensinar, a enxergar que por mais difícil que seja o contexto para que se ocorra a troca de informações, o aprendizado, é possível obter sucesso. Pode não ser o sucesso do reconhecimento geral, o sucesso do alcance de todos os envolvidos no processo de ensinar e aprender mas sim o sucesso de que se conseguiu plantar uma semente. Por vezes não somos nós que regamos e damos o crescimento, virão outros educadores, a vontade de quem recebeu tal semente também conta se quem a plantou preparou o solo de maneira correta, a cumplicidade durante o período de convivência entre as partes faz com que no futuro o sucesso daquele que recebeu a semente seja o sucesso de quem a plantou, regou, deu o crescimento.
Discutir a obra de Paulo Freire, o livro pedagogia da autonomia e assistir o filme Quase Deuses levou a equipe que eu fazia parte refletir em três principais pontos ao nosso ver:
- Professor como criador de possibilidades: direcionar o aluno e não desprezar o conhecimento do educando.
- Empiria
- Amor ao que se faz
E além de relacionar o livro com o filme resgatamos o texto discutido em sala: “ Ensinar é gostar do outro” .
Ao assistir e ler esses conteúdos, só reforçou o meu desejo em ensinar, a enxergar que por mais difícil que seja o contexto para que se ocorra a troca de informações, o aprendizado, é possível obter sucesso. Pode não ser o sucesso do reconhecimento geral, o sucesso do alcance de todos os envolvidos no processo de ensinar e aprender mas sim o sucesso de que se conseguiu plantar uma semente. Por vezes não somos nós que regamos e damos o crescimento, virão outros educadores, a vontade de quem recebeu tal semente também conta se quem a plantou preparou o solo de maneira correta, a cumplicidade durante o período de convivência entre as partes faz com que no futuro o sucesso daquele que recebeu a semente seja o sucesso de quem a plantou, regou, deu o crescimento.
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