Tomar decisões, na maioria das vezes chega a ser irritante minha incapacidade de objetividade e certeza, eis minha angústia até o momento inevitável de resolver por algo, alguém, enfim. Fico com receio do que pode vir acontecer com essa ou aquela decisão, mesmo sabendo que devo confiar em Deus, enquanto convicta do caminhar de Deus e a implicância disso na minha vida, que é normal se sentir assim com dúvida. Mas meu caso, como já disse, chega a ser irritante, tirar a paz. Quero não ser egoísta, quero enfrentar medos, experimentar coisas diferentes, não estar sempre no meu conforto. Mas tenho pensado que na maioria pra não dizer a motivação da minha decisão sobre e por x, y, z é pensando em agradar alguém e -supostamente- viver em paz. Preciso lembrar de ser sensível a paz que realmente excede todo entendimento. Preciso lembrar de ser sensível a escutar Deus através da oração, da leitura bíblica ou por que não de uma poesia? Através de minha mãe! Na situação que me encontro de enxergar até as amizades antigas como superficiais, paz, oração, mãe, precisam ser suportes pra me aguentar quando me jogar cansada, sem ânimo, em lágrimas ou tudo junto pós decisão tomada ou não tomada também. Não é fácil se apegar a palavra que diz que os planos são meus mas a resposta final vem do Senhor, eu acredito que sim, que Ele sabe do meu futuro, que ele tem o domínio da minha vida, mas acredito que ele não criou robôs e me dotou do pensar e se relaciona comigo e a partir disso eu tomo minhas decisões. Desejo que com o passar do tempo, ah tempo, venha o aprendizado a lidar com escolhas pois simplesmente suportar as consequências destas no imediato não tem sido fácil, na verdade suportar antes de acontecer já causa a tal angústia que chega a sufocar não tem sido nem fácil tão pouco saudável. Que eu seja paciente com o outro e encontre pessoas pacientes e norteadas pela empatia no viver e assim as angústias serão dissipadas, no inevitável seguiremos ficando em paz.