Nos bancos do templo
Corpos se assentam
Carregados de pecado
Na esperança de serem mudados
Corpos se assentam
Carregados de pecado
Na esperança de serem mudados
Será que lhes falta força?
Será que lhes falta reconhecer
Que somente Cristo pode findar
Angustia, dor, escravidão que impregna o ser?
Liberdade!
Quando a vou desfrutar?
Sou um desses corpos
Sou sem forças
Sou também esperança